quarta-feira, 20 de maio de 2009

16/17 de Maio de 2009


Depois de lavar as vistas e a alma em Díli, lá abalei para "a viagem" interminável que correu lindamente ao lado de todos os companheiros de cadeira (sim, pasmem, correu bem!), o primeiro discreto e adequado (against all odds) e o 2º um neozelandês absolutamente impec.
Mal cheguei a Singapura fui fazer o gosto ao verde-código-verde do qual já sentia tanta falta, refornecendo guarda-vestidos com modelitos para a época que começa em Lisboa agora e presentes de último momento. Também tive oportunidade de rever as fotos no portátil, que estão quase organizadas para os cds que atempadamente vos irei enviar. Até já fui à FNAC pôr a imprimir algumas! Penso mesmo em fazer uns posteres, aquela parede da minha sala está muito branca.

Chegada, muitas horas depois, a Munique, abriu-se a torneira outra vez e apesar do frio invernal que por lá se fazia sentir, enquanto fumava os meus primeiros cigarrinhos europeus, pensava "eu só quero meter-me no primeiro avião de volta a Díli..."

Enfim cheguei a Lisboa. A vida real a tanto exige. Ou talvez não. A maior parte do tempo sinto-me dentro da música da Dido, if my life is for rent... Mas nunca como agora. Se não tenho nada a perder, de facto só há uma coisa que eu não posso perder... a mim mesma dentro de mim.

A recepção correu bem, as fotos o comprovam, as minhas amigas e família incansável, cada qual a seu jeito. Sou bafejada pela sorte nas pessoas fantásticas que acompanham a par e passo a minha caminhada.
Acabei o dia 17 acompanhada da N., do H. ressacado e das Superbocks (as reais) a ver o pôr do sol em Carcavelos, quase 9 da noite e ainda há luz...

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